“Não me prendo a nada que me defina. sou companhia, mas posso ser solidão. tranqüilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer… Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca.” (Clarice Lispector)
Reblogue e descubra a nova invenção dos japoneses <Um grupo de pesquisadores da Universidade de Keio, no Japão, desenvolveu uma nova tecnologia que faz com que fotografias se movimentem, dependendo da distância entre elas e o observador. “Eu sou um grande fã de ídolos pop, e tenho pôsteres deles no meu quarto. Me incomodava o fato de que eles não se moviam. Então, construímos esse sistema porque pensamos que, se um pôster pudesse se mexer conforme as pessoas se movimentam, a situação seria bastante interativa e divertida”, explica o criador da ideia.>
Eu gosto muito de maquiagem, dos saltos e até pinto a unha sozinha. Mas eu nunca liguei muito pra essas coisas, eu gosto mesmo de conversar, de dar risada e de ficar com quem eu gosto.
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos…